segunda-feira, 21 de maio de 2012

11 maio de 2012 Bom dia! na grande janela o sol leve sobre o casario.o grande céu. ao longe o recorte o pontão o mar. acordei cedo mais cedo que a hora da rotina. na piscina a meio espaço interior e exterior senti a frescura do dia a acordar da neblina a levantar. as iguarias muitas e sortidas da primeira refeição entre o bolo lêvedo o chá goreana os cubinhos de queijo da ilha, produtos alimentares locais. vou sair. livremente palmilhar as ruas. descobrir a azáfama na certa tranquila dos preparativos floridos. mais tarde falarei aos entes da familia que nesta linda terra encontrou a vida. Rosário Forjaz
VOO Porto/Açores 10 maio 2012 hoje assisti a um espetaculo da natureza alucinante. voo porto/ ponta delgada com saida às 20.00 e chegada local às 21.20, quase que chegava à mesma hora a que partia) apanhei o sol a poente na direção a que eu sobrevoava a terra!! de um esfiapar de nuvens translucidas sobre o mar esbranquiçado e nítido, às camadas, aos flocos, esferas de nuvens, a linha do horizonte tipo contorno da terra laranja e a certa altura o reflexo so sol de um laranja fortissimo nas nuvens mais elevadas que se estendiam...parecia que no céu havia uma paisagem outra de castelos no ar...a noite a chegar e o céu sobre os açores de meter medo o negro intenso com aberturas enormes por onde passavam réstias de luz... à chegada a ilha toda iluminada a comemorar o espirito santo com procissão e tapetes de flores no sabado e domingo! esta paisagem de memória.intensa. Rosário Forjaz

sábado, 12 de maio de 2012

Bernardo Sassetti O músico que não tinha medo do silêncio Por Vítor Belanciano Para lá dos géneros, o que lhe interessava era a respiração, o espaço, a certeza do tempo, a métrica. "Tocar notas sem sentido não tem sentido", dizia. Tentava perceber o contexto da música actual, do lado de quem cria e de quem consome. Em vez da quantidade, perfilhava a procura da qualidade. Uma contenção, também defendida na criação, para melhor fazer sobressair a paixão. "Quando se vive intensamente a música, que vem cá de dentro a fervilhar, o grande segredo para a sua partilha é o acto contido sobre o que temos e encontramos no fundo de nós." Faça-se então silêncio. E perpetue-se a obra do músico. com Alexandra Prado Coelho, Isabel Coutinho, Lucinda Canelas, Mário Lopes e Sérgio C. Andrade

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Desenhar o Porto: 23 de Abril a 18 de Maio/ FAUP


CONVIDO-VOS A VISITAR A EXPOSIÇÃO...O PORTO ...e ... a minha relação gráfica com os plátanos do jardim da Cordoaria...

A Gesto Cooperativa Cultural, CRL e a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto vêm por este meio convidá-lo a visitar a
Exposição Desenhar o Porto mostra de desenhos.
de 23 de Abril a 18 de Maio

Desenhar o Porto aconteceu no dia 17 de Setembro de 2011 e, reuniu desenhadores nacionais e internacionais para,
em apenas um dia, desenharem a cidade do Porto.
O colectivo de participantes ficou distribuído por 10 locais sorteados pelo mapa da cidade.
No final do dia encontraram-se e partilharam as suas experiências, que agora se apresenta nesta mostra de desenhos.
Este evento foi uma iniciativa da Gesto Cooperativa Cultural que contou com o apoio da FAUP, FBAUP, EAUM, Clube de Desenho e Estúdio Um.

domingo, 18 de março de 2012

Encontros : falar sobre performance

Nossos grupos de trabalho emergiram como alternativa aos paineis acadêmicos tradicionais, facilitando a criação de um espaço crítico onde explorar mais profundamente questões relacionados ao tema do Encontro. Em vez de apresentar artigos individuais, os membros de cada grupo de trabalho usam nossos fóruns online para ler e comentar os textos individuais entre si antes do Encontro, e usam a oportunidade do encontro face-a-face para discutir o tema geral do grupo a partir de questões e/ou métodos (performativos) alternativos. Os grupos são encorajados a continuar colaborando para além do espaço temporal do Encontro.
(Auto) Representação, diversidade e poder
Ativismo e Performance Gestos do corpo para além da representação
Performance Afro-ameríndia
Sobre Negritude e Latinidade
Agentes Culturais
Identidades Indígenas e comunicação
O teatro popular latino-americano está morto?
Migrações e Herança Cultural Intangível
Performance, poesia e Ativismo. Agência Cultural

Vera Mantero e Rui Chaves/A minha história da Arqueologia de um corpo em crise



De cima para baixo, no sentido dos ponteiros do relógio: Comer o Coração (2004), de Vera Mantero e Rui Chafes; Self(ish) Portrait (1995), de João Fiadeiro; Nossa Senhora das Flores (1993), de Francisco Camacho; e André Lepecki fotografado em Lisboa jorge gonçalves/cortesia Re.Al

Público - Arqueologia de um corpo em crise


Público - Arqueologia de um corpo em crise

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

do geres

ouve as folhas ouve o vento frio que limpa a cara
ouve obadalo da vaca ouve os pássaros piscos melros
ouves ? eu sim eu estou viva e
levo comigo esta paisagem esta beleza

rforjaz

terça-feira, 24 de janeiro de 2012









queridos amigos alfacinhas por opção
vou descer à capital
apanhar sol não estaria mal
no ano par quem sabe haja vagar
para vos ver e deitar a mão!

18.janeiro.2012. rosário forjaz
a nortenha por opção

queridos amigos alfacinhas por opção

desci à capital

encontrei sol nos vossos vagares

sobre o rio tejo em salutar degustação

no jardim adocicado e com travo a canela a belém

no apipentado caril ao rossio

no berço alcova de tão lindo rosto ao marquês

na casa da prima mais velha africana de toalha amarela

e na desfolhada gradual da prima dona rosa que de botão se abriu para mim a algés

deitei a mão aos vossos sorrisos

24.janeiro.2012. rosário forjaz

a nortenha por convicção

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

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O dia em que a Soares dos Reis parou | P3


12 janeiro 2012/ Flashmod 127 anos da EASR/
O dia em que a Soares dos Reis parou | P3

A Escola Artística de Soares dos Reis parou uma vez em 127 anos. O Flash Mob aconteceu no Porto, a 12 de Janeiro. Com o soar da primeira badalada do carrilhão da rua de Santa Catarina, os alunos imobilizaram-se. Com lápis, blocos e esquissos. Quebrado o feitiço, cantaram os "Parabéns" uma, duas, três vezes. E a cidade voltou a ser o que era.

video da autoria de Luís Octávio Costa e Pedro Almeida

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

BOM ANO 2012


nestes dias frios de inverno a luz do entardecer, quente e limpida, faz da paisagem um lugar de contemplação e de aconchego.
esta paisagem vejo-a de casa. cada dia olho as árvores ao longe. cada noite que chega acendem-se
as luzes do casario , umas mais próximas outras mais distantes.
como os amigos.
a todos vós desejo que da luz surtam dias luminosos!calorosos!
rosário forjaz

sábado, 24 de dezembro de 2011

Pedras, de Fernando Pessoa

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...


(Fernando Pessoa)

domingo, 13 de novembro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

The Big Draw 2011. "Tapeandtrees" by artist Franklin Evans at Wave Hill. May 14, 2011. Photo by Joshua Bright. Courtesy of Wave Hill.


The Big Draw 2011


Saturday, October 15, 2011
The Big Draw is an annual celebration of drawing inspired by the wildly popular United Kingdom program of the same name. Now in its 6th year in New York, The Big Draw is expanding from a one-day celebration to a series of day-long drawing events that will take place throughout the coming year. Let your creativity flow—all ages welcome, no experience necessary!

VIDEO ROOM Susan Gilles "Pulling Out the Words"

Pulling Out the Words es un video de cinco monólogos en donde las palabras fueron cortadas en la edición, y se dejaron solo los ademanes de las manos y de los brazos, acompañados por el sonido de la respiración, los tartamudeos, las coletillas al hablar, las sonrisas, o los silencios. Quitando el contenido original de las palabras y dejando el movimiento aislado de las manos falla el significado específico de la comunicación y el factor de precisión del lenguaje. Normalmente este hecho pasa desapercibido, tales movimientos revelan un enlace vital entre el gesto y el pensamiento. Al mismo tiempo, parece que necesitamos de nuestras manos para sacar las palabras de nuestra boca.

Pulling Out the Words, 2011. 2' 48". HD video output on NTSC DVD
GALERIA VALLE ORTI www.valleorti.com

sábado, 27 de agosto de 2011

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.2166933347319.117603.1666253412&l=77209a8054&type=1

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Magnólia. Rosário Forjaz .2011

Botánica. After Humboldt', en la Real Academia de Bellas Artes


Na Academia de Bellas Artes de San Fernando de Madrid está patente de 17 de junho a 16 de Setembro uma exposição de desenho e fotografia contemporânea. Os artistas Manel Armengol, 
Alberto Baraya
, Joan Fontcuberta, 
Juan Carlos Martínez, 
Rafael Navarro
 y Juan Urrios apresentam obras onde a a confluencia entre a arte e a botânica se apresentam segundo três perspectivas diferentes: a realidade, o artificial e a ficção.
No site é possivel visualizar um video com a apresentação de Rosa Olivares.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

ARTE em SEGREDO

Vai ser inaugurada esta quarta-feira, dia 8 de Junho, pelas 18h00, na Galeria dos Leões (Reitoria da Universidade do Porto, Praça Gomes Teixeira) mais uma edição da exposição "Arte em Segredo", organizada pela Faculdade de Belas Artes da U.Porto (FBAUP)

Mais do que que uma exposição de arte, "Arte em Segredo" é uma "festa" que vai reunir mais de uma centena de obras criadas especialmente para o efeito por figuras de renome da arte nacional e internacional. A originalidade do evento é que, tal como indica o seu título, os nomes dos autores de cada obra estarão escondidos do público e em segredo ficarão até à altura da aquisição - por um preço simbólico de 60 euros - de cada uma das peças.

Álvaro Siza, António Quadros Ferreira, Dario Alves, Francisco Laranjo, Joana Rêgo, Pedro Tudela, Rui Anahory e Zulmiro de Carvalho são então alguns dos artistas que contribuem para uma iniciativa que celebra ao mesmo tempo a qualidade do ensino artístico na cidade do Porto. Todo o lucro obtido a partir da venda das obras revertará para a FBAUP

Na cerimónia de inauguração desta singular exposição estarão presentes o Reitor da Universidade do Porto, José Marques dos Santos, o director da FBAUP e comissário da mostra, Francisco Laranjo, e vários dos autores das peças que integram a "Arte em Segredo". Após a inauguração, a exposição pode ser visitada até dia 22 de Junho, de segunda a sexta-feira, das 10 às 19 horas.

A entrada é livre.

CONVITE

UP/Reitoria: ARTE em SEGREDO

UP

terça-feira, 29 de março de 2011

MAGNÓLIA

O corpo de desenhos que se apresenta é entendido como o lugar de confluência de um olhar sobre uma espécie botânica viva e mutável: a Magnólia. O desenho procura desmontar a ordem. Potenciar as estruturas de metamorfose intrínsecas à sua morfologia.
Nos invernos do Porto, a magnólia branca é a árvore que primeiro dá flor. E é sob o deslumbramento da pulverização e florescência que reside a dinâmica do corpo que procura a luz. A observação do natural questiona. Obsessivamente re inventa, re pensa, regista o pensamento interior.
A série Magnólia é constituida por nove dipticos. A sistematização do tema segundo processos de serialidade confere um caracter normativo com analogias a um arquivo, a um herbário. Procura-se explorar correspondências sígnicas através de dinâmicas de transição, coerência e implicação.
A identificação e a acentuação de certas características da espécie botânica nas suas fases de mutação, é associada a acções gráficas de ordem semântica e processual. A alteração rítmica de um traço denso intensifica um gesto tenso tanto quanto a fluidez aquosa de um instante que se dissipa. Cada gesto procura cruzar a acção gráfica com a improvisação espacial e simbólica que a sustenta. O corpo físico é entendido como médium no manuseio do pincel chinês, da pena gráfica, das aguadas de pigmento e cor.
Cada desenho indexa um processo alla prima. Vive de gestos antecipados, gestos de ar e com movimentos furtivos [...] Desenhar é saberse solo, ou seja, preparado para afrontar o desconhecido e saber multiplicar-se, ou seja mover-se e metamorfosear-se .
A série Magnólia é referência acima de tudo ao que fica por dizer, ao que na suspensão do olhar se completa pelo inefável nos caminhos da percepção sensível. É aí que reside a poética do desenho.

Sobre-Natural - 10 Olhares Sobre a Natureza

MAGNÓLIA

The drawings on display are the place to which the look converges on a living, changeable botanical species: the Magnolia. Drawing seeks the dismantle order and enhance the methamorphosis strctures which are intrinsic to its morphology.
In Porto, in the winter, it is the white magnolia tree that blooms first. It is under the glare of spraying and flowering that lies the dynamics of the body that seeks the light. Observing the natural world makes you wonder:it obsessively re-invents, re-thinks and records your inner thought.
The Magnolia series is comprised of nine dipthycs. The systhematisation of the theme according to a serialisation process provides a normative character with similarities to a file, a herbarium, in order to explore semiotic correspondences through transition, consistency and implication dynamics.
The identification and enhancement of certain characteristics related to plant species in their seed mutation phases is associated with semantic and procedural graphic actions. The rhythmic change in a dense line intensifies a tense gesture, much as the water-like fluidity of a moment as it goes away. Every gesture seeks to match graphic action with the spatial and symbolic improvisation that sustains it. The physical body is seen as a medium in handling Chinese brushes, graphic feathers and watercolour pigments.

MAGNÓLIA

Each drawing indexes an alla prima process. It feeds on early gestures, made of air and with stealth movements [...]. to draw is to know you are alone, ie, ready to face the unknown and learn to multiply, or move and metamorphose.
The Magnolia series is above all a reference to what is unsaid , to what which, by suspending the look, is completed by the ineffable in the paths of sense perception. Therein lies the poetry of drawing.

Rosário Forjaz, 26 February 2011.



Georges Didi-Hubermas, El bailador de soledades, Pre-Textos, Valencia, 2008, p.43

domingo, 20 de março de 2011

Sobre-Natural - 10 Olhares Sobre a Natueza

A Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea apresenta, de 26 de Março a 4 de Setembro a exposição Sobre-Natural – 10 olhares Sobre a Natureza mostra central do programa de comemorações do 10º aniversário do Jardim Botânico O Chão das Artes.

A exposição constitui-se como uma continuação da investigação desenvolvida para a exposição Natura Artis Magistra – A Natureza Mestra das Artes (realizada em 2001 no âmbito da inauguração do Jardim Botânico). Nesta exposição colectiva estão representados cinco artistas plásticos (Pedro Saraiva, Ruth Rosengarten, Rosário Forjaz, Domingos Loureiro e Pedro Vaz) e cinco ilustradores científicos (Pedro Salgado, Filipe Franco, Sara Simões, Nádia Torres, Marcos Oliveira) com um conjunto de trabalhos que reflecte um olhar contemporâneo sobre a Natureza. Do registo de paisagem ao registo do pormenor, a Casa da Cerca promove a reunião destas duas vertentes do desenho, o desenho de Natureza de expressão artística e a ilustração ao serviço da Ciência.

Inauguração: sábado, 26 de Março, 17h. Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea. Rua da Cerca, 2800-050 Almada

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Botânica molecular: fotografia e desenho

Rob Kesseler trabalha no cruzamento da arte, do design, dos ofícios... E da ciência. Cria espectaculares imagens do mundo vegetal visto através das lentes dos microscópios. Em 2010, fez uma residência artística no Instituto Gulbenkian de Ciências, em Oeiras.