sábado, 29 de agosto de 2020

domingo, 19 de julho de 2020

MWW 〰️ made of waLking waLter 〰️〰️ Drifting bodies, fluent spaces ➿the Milena principle ➿made of walking

MWW _Made of WaLking WaLter 
                                                          _ ROSÁRIO FORJAZ _ performance
~~~~~~~~ ~ ~ ~ ~.                          oficina do caminhar
WALKSCAPES            ~~~~~~~~.    fluent river spaces 
                            fluent bodies  - lost and found habitus 
                            dress the way

We propose a walk as a place of experimentation and shared representation. Done in silence, it will be slow, synchronous, oriented and also not.

Open to a relational dialectic of the body with the place of permanence, discovery and  〰️ or escape, ephemerality 〰️ playfulness. Drift 〰️〰️〰️ permanence, synchronization 〰️〰️ asynchronous, silence 〰️➿➿➿➿➿➿➿➿. listening processes are called upon 〰️〰️

Along an itinerary planned by the artist (but not revealed), participants are confronted with a variety of actions and purposes.

It seeks to enhance a relational and reflective dynamic on the liquid landscape of specific territories in the historical center of Guimarães in the permeability in which the water lines draw the life and history of the city. 
We try to dress the body in the transience of paths of passage in performative exercises of encounter, in personal or group challenges.

There will be an intermediate moment of circularity in the movement. 
At that stop, our steps stopped and immobility will take over the path.

Immobility can take over our steps. But it will perhaps be through the constraints enhanced by the places and events on the route that we will be able to walk in the fluid vital cadence of common well-being.

INSCRIÇÃO 〰️〰️    free  to        walk.lab2pt@gmail.com 〰️〰️〰️〰️〰️
 oficina do andar ROSÁRIO FORJAZ _MWW_made of WaLking WaLter

22 de julho das 11 hs  às 13 hs 
até ao limite de 30 participantes

caminho nos braços do desenho 〰️walking drawing arms
















caminho nos braços do desenho


quarta-feira, 27 de maio de 2020

JOGOS NO CAZIO, empty games.




“Jogos no vazio” é uma série de 10 objectos que esteve exposta em 1995 na Galeria de exposições da Árvore no Porto. Integrada na exposição individual “dimensionalidades na ocupação de um espaço” com catálogo financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, textos de Paula Alexandrino, e da minha autoria, fotografias de Teresa Siza e Pedro de Jesus, e Design Grafico de Vasco Colombo.
Os 10 elementos, regulares na volumetria de 20x20x20 cm, realizados em vidro transparente com desenho iluminado por processos de jacto de areia e estrutura de latão com banho de níquel. Para a transferência dos desenhos a aplicar nas faces vítreas, contei com o apoio e trabalho de um vidraceiro do bairro onde residia à época, Cedofeita. Para o sistema dos elementos metálicos, tive o apoio da arquitecta Sónia Teles e com a empresa da freguesia: os fantásticos, irmãos  Lino!  Cada plano de apoio à parede onde presos e suspensos os jogos no vazio, tem um plano de cor em chapa acrílica. São 10 as cores em harmonia dos quentes aos frios e preto, cinza e branco. Também estas adquiridas no bairro na rua do Rosário. Um verdadeiro trabalho colaborativo! Os dois das imagens, o “Q” e o “L1” pertencem a coleções particulares. E, como se pode ver numa das imagens, o seu proprietário optou por o pousar. Talvez esteja assim o vazio mais tranquilo, contido talvez...

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Herbário de Gestos, 2007

A colection of drawings made in context of a Master degree in Drawing. 

After a long time away Fine Arts School of Arts in Porto, I came back for a huge specialization in Draw. It was 2 years of research. It was a great way to confront my decades of action as artist and arts teacher in a new age in XXI year. New colegues new teachers, new dimensions of thinking through arts and culture. It was hard. But very very important in my way of doing art. 

I made this group of acquareles after a long way with landscape themes.i searched an approach into nature but in a sense of a form of gardening home and being more related with what body memories kept and express in processes of doing, acting, thinking, methaphorization of self may be. This drawings have color and some incisions with a bistro. They are 50. Are tuberculous of dahlias . Strange forms drawings after natural. 


sexta-feira, 1 de maio de 2020

b l u e s

blues as my quarentin 

see sea is vital on my journey. ultramarine.prussia.cobalto.indigo. 

blues of my quarantine. songs of quiet spaces of lost. 

scapes of no body. no matter hour our words fail again and again. 

words can  feel . birds can sing and sing.

arrived for stay. as blue skies of lost and found.

tricker norms in confidence places of solitude.

power of silence for grant of us.

blues of our quaranteen or fifteen or even nineteenth.

ages of self closets

homes for earth keeping faith 

sea or sky or wind or wisdom of nature.

blues of quarantine. ultramarine walks aline traces or thoughts 

blues if quarenteen flavors don’t 

see 

see oceans of salt

birds up top light house 

forget 

flowers of rush among tears 

blue poison of dust among fears

stones or bones sure you sea

forget

cobalto clouds waves of white light

seeds to raise childhoods of trust

blues apart indigo tissues 

letters from home

a tea for free branches of time 

moon around us lightning peace

courage to go on to see too sea


Rosário forjaz . Bonfim, Porto, Portugal, Europa, Earth. 300420

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Os sete momentos de Rosario Forjaz. Texto crítico de Laura Castro para a exposição, Caminhando à flor da pele. 2020

Os oito momentos de Rosário Forjaz Fui ler os textos de Rosário Forjaz no espaço que cultiva na internet (https://rosarioforjaz.blogspot.com/), depois de ter lido as suas notas sobre o material que apresenta nesta exposição. E, ao fazê-lo, ao ler as descrições do seu trabalho, a divulgação do que a move, a reflexão sobre o que a cativa e inquieta, ao entender essas palavras como extensão da sua prática artística, questionei-me acerca da necessidade das minhas sobre a sua obra. Registei, ao mesmo tempo, a insistência em alguns termos, como silêncio e sussurro, a referência ao tempo e à sua suspensão, o intimismo e uma vaga ideia de solidão. Tudo conduzia à dispensa das palavras por escrever. No entanto, convidada a pensar sobre o seu trabalho, começo por uma explicação básica do que o título da exposição – Caminhando à flor da pele – me sugere: no verbo, a transposição de espaço e de tempo, e na expressão “à flor da pele”, a dimensão sensorial e emotiva do acontecimento. Apoio-me no significado da expressão e do que ela implica, autenticidade, o que está rente ao corpo. Apoio-me na ideia preconcebida de que as impressões primeiras e imediatas podem ser as mais penetrantes – sentir na pele é isso mesmo, o que emerge do mais profundo do ser. Sem indícios evidentes para situar a experiência, pressente-se o ambiente natural, o universo telúrico. É do senso comum e, portanto, redutor, imaginar a caminhada na paisagem, mas é inevitável, pela mesma e precisa razão. Claro que a escolha da expressão “à flor da pele” tem ainda a vantagem de relacionar o carnal e o vegetal, o corpo e a flor. Cada projecto de Rosário Forjaz está ligado à experiência concreta de um lugar e ao que nele se cumpre: ver, andar, vigiar, meditar, ouvir, recolher, registar e lembrar. A tríade paisagem, corpo e memória articula-se para construir o seu trabalho que é fruto das correspondências, afinidades e ressonâncias entre as três entidades. O eco de cada caminhada perdura e alimenta a sua obra. Regresso aos títulos que, com muita frequência, incluem palavras e imagens oriundas do campo natural – plantas e processos, as espécies botânicas e o curso cíclico da natureza. Particularizando quanto acaba de ser dito, atente-se no trabalho exposto. Sublinho, em primeiro lugar, os materiais utilizados: os naturais, como raízes, terra, fibras vegetais, limos, ferro; os materiais artísticos, muitos de origem igualmente natural, como certos pigmentos ou o papel de arroz. Saliento, em segundo lugar, os processos eleitos, como o desenho e a gravura, e o gosto manifesto por tudo o que envolva transferências, transposições e transparências. Esta preferência permite sobrepor tempos e combinar espaços, numa superfície de papel ou num objecto, preservar as transformações que ocorrem ao longo do processo e fazer coexistir os elementos originais e os elementos adicionados. Deste modo se percepcionam máscaras, rugas, dobras, marcas de pressão, pregas e todo o tipo de vestígios. Destaco, finalmente, dos dispositivos usados, o livro para manipular e folhear, uma bobine de papel pardo e um carrocel de desenhos porque envolvem movimento e devir e configuram metaforicamente os trânsitos e os fluxos da natureza. A mesma estratégica metafórica pode ser descoberta no modo como a artista organiza o seu guião expositivo, criando momentos que evocam as estações da sua caminhada. Em vez do convite para assistir, há um apelo implícito ao percorrer, e em vez do acto do observar coisas colocadas no espaço, há uma invocação do decurso do tempo e uma reactualização de pensamentos e sensações. Se Rosário Forjaz parte de uma raiz performativa e adopta uma perspectiva poética na realização do seu trabalho, é a estética do vestígio que o domina, aspecto que, nas circunstâncias do tempo histórico que é o nosso, terá de ser relacionado com as ocorrências críticas do tema que elegeu e que exigiriam, possivelmente, palavras diferentes das que aqui deixo. Laura Castro Universidade Católica Portuguesa – Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes

Caminhando à flor da pele, 11 jan a 29 fev., 2020

The Forjaz variations

Imprensa local

Corpo a Corpo

Tríptico - corpo a corpo - Simetria de suportes ao fundo da sala ocupando a totalidade da largura da parede. Grande1, Medio, Grande2 Materiais : tinta da china preta oriunda da viagem a Macau em 1988 sobre papel mata borrão e aplicada com pincél chinês.