domingo, 26 de maio de 2019

Processes of courage

memories came and go. as ways of drawing and processing concepts and técnics . Fragments, details of work have the power to push up to not forget how important is the courage to continue and goes on with experimentation of materiaility of things. Graphit was a material i discover as acquarel in 2009. I searched that time for a grey like pencils but without the traces without lines and marks. As i always do i search. I search without knowing what i search. I spend time and money searching and with experimentations. I lost a lot. I fail again and again. But i do not give up. And it was like that. With my persistense i discoverd acquarelle with graphite powerd. And with this process that i used in my drawing master studio i did a memorable performance. The teacher did an áudio captation. A memory of me, my body my new technic and that place, the clauster with that particular tree. It was 2009. Years after, May be 2012 a tradicional portuguese factory Viarco created something similar and by that time i started seeing at Madrid at Arco similar drawing as i did. 

RosarioForjaz26may2019

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Bom Fim TALKS 2019 performative walks

https://youtu.be/fU_DhluaEXA A Bon Fim conversation between Rosário Forjaz and Stefaan van Biesen about the art project 'Meander' and 'the Library of Walks' in the Escola Artistica de Soares dos Reis in Porto 2019 by Stefaan van Biesen & Annemie Mestdagh. Also a conversation about the performances during Made of Walking (III) in La Romieu France August 2017, an international meeting of artists who work on the theme of 'walking'. Camera: Annemie Mestdagh / the Milena principle 2019. www.themilena.com See also https://www.facebook.com/groups/1154465271292962/ Pré-visualizar vídeo do YouTube Bon Fim Talk by Rosário Forjaz & Stefaan van Biesen 2019.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Science of walking

A ESCOLA ARTÍSTICA DE SOARES DOS REIS, no âmbito das comemorações dos 134 anos, na semana intitulada “Viv’a Soares”, agradece a STEFAAN VAN BIESEN,e a Annemie Maestadt, pela lecture and talk intitulado “Desenho e Performatividade - Science of Walking “, realizada no dia 16 de janeiro e pelo workshop intitulado SWW: Science of Walking Workshop, realizado no dia 18 de janeiro com a coordenação e dinamização de Rosário Forjaz.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Filipe Romão | Exposição "Dos lugares onde nunca estive" - Galeria Sete





Paisagens  com Desenho .



São formas a preto e branco, informes ou não.

São manchas a cinza como a cinza os corpos podem ser.

Carvão sobre papel. Brancos esvanecidos, cobertos do pó do tempo e da razão.

São imaginação, são encontros, referências ao que os apagou, velou e amaciou.

Talvez para o pintor sejam lugares onde nunca esteve mas, para mim, não.

Talvez para mim, sejam esses alguns dos lugares onde me perco,

por onde passo entre os trilhos e as veredas de uma poesia que resiste.

E que persiste.



Rosário Forjaz, 02.12.2018

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

La mano de mi madre (Pia Tafdrup. Dinamarca).





La mano de mi madre

Me baño en la quieta luz de una gota
y recuerdo cómo llegué a ser:
Un lapicero puesto en la mano,
la fresca mano de mi madre sobre la mía, cálida.
— Y así nos pusimos a escribir
entrando y saliendo de corales,
un alfabeto submarino de arcos y puntas,
de caracoles espirales, de estrellas marinas,
de blandientes tentáculos de pulpos,
de grutas y formaciones rocosas.
Letras que con sus cilios se abrían paso
vertiginosamente entre lo blanco.
Palabras como lenguados aleteando
y enterrándose en la arena
o anémonas oscilantes con sus cientos de hilos
en un quieto y único movimiento.
Frases como cardúmenes
que se hicieron de aletas y ascendían
y también de alas que en compás se agitaban,
palpitando como mi sangre que a tientas
golpeaba estrellas contra el cielo nocturno del corazón;
fue cuando vi que su mano había soltado la mía,
que yo hacía mucho, escribiendo, me había desasido de ella.

Pia Tafdrup


Traducción:     Renato Sandoval y Thomas Boberg

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

https://ariscaropatrimonio.wordpress.com/edicao-de-2015/porto/galeria-porto/ https://www.facebook.com/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fariscaropatrimonio.wordpress.com%2Fedicao-de-2015%2Fporto%2Fgaleria-porto%2F&t=Galeria%20PORTO

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Rosário Forjaz Light Drawing on 3rd moment of my walking workshop on "Made of Walking" meeting. Incoming shadows as a passage of time. A field opened to each one. upon traces of a meditative process the clauster. a space in between light and stone, landscape and walk, as a poetic space or an 

ecletic

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

https://www.facebook.com/events/177009692842788/?ti=icl

agaphantosRF17

https://youtu.be/__pRFyGH69o

Ebook jardins. Museu Nogueira da Silva. Braga

https://www.youtube.com/playlist?list=PLaCx_6oGJLJDz0Sq2W27qXKtqDO3-nDE3
https://youtu.be/b6ZylGpsP9Y
https://youtu.be/nfWx_kKq0P4
https://youtu.be/len0UTQ4PiQ

TALK symposium jardins jardineiros jardinagem

https://youtu.be/KpHJ9eHONss

Made House PAINTING


sábado, 11 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

no dia da hora

Há uma hora num dia de primavera, em que a quietude assiste à natureza ... no dia da hora, as águas dos ribeiros cessam o seu movimento, as espigas, cruzam sobre si, as verdes hastes … por volta do meio dia, a papoila, roburiza o seu brilho em diáfana luz. É o dia da Espiga. Em Portugal, nas regiões das Beiras e do Ribatejo, é nessa hora que se colhem as flores do campo, os raminhos de oliveira e as espigas de vários cereais para o ramo que cada criança irá oferecer à sua mãe - o ramo de espiga.
O significado simbólico, profano e religioso remonta a crenças religiosas e profanas, tradições agricolas e populares. rosário forjaz . junho 2016. Momento 1 25 x 87 cm tempera e lacre sobre papel fabriano 300 gr. tempera et cire à cacheter sur papier fabriano 300gr.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A participação na oficina "Mãos na Massa" realizada na Biblioteca Municipal Abade Correia da Serra, no sábado do dia 6 de agosto de 2016
, é um ponto alto na minha visita e estadia em Serpa. Enquanto artista e professora de artes, do ensino formal e não formal em instituições públicas e privadas tais como, o Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves e o Museu Nacional Soares dos Reis no Porto, entre outros projectos artísticos e pedagógicos, permite-me à data observar a importância da oficina, "Mãos na Massa", orientada pela arquitecta Paula Estorninho. Merece, quanto a mim, destaque pelo salutar envolvimento do público infantil, juvenil e adulto no âmbito da cultura contemporânea.