segunda-feira, 14 de agosto de 2017

https://www.facebook.com/events/177009692842788/?ti=icl

agaphantosRF17

https://youtu.be/__pRFyGH69o

Ebook jardins. Museu Nogueira da Silva. Braga

https://www.youtube.com/playlist?list=PLaCx_6oGJLJDz0Sq2W27qXKtqDO3-nDE3
https://youtu.be/b6ZylGpsP9Y
https://youtu.be/nfWx_kKq0P4
https://youtu.be/len0UTQ4PiQ

TALK symposium jardins jardineiros jardinagem

https://youtu.be/KpHJ9eHONss

Made House PAINTING


sábado, 11 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

no dia da hora

Há uma hora num dia de primavera, em que a quietude assiste à natureza ... no dia da hora, as águas dos ribeiros cessam o seu movimento, as espigas, cruzam sobre si, as verdes hastes … por volta do meio dia, a papoila, roburiza o seu brilho em diáfana luz. É o dia da Espiga. Em Portugal, nas regiões das Beiras e do Ribatejo, é nessa hora que se colhem as flores do campo, os raminhos de oliveira e as espigas de vários cereais para o ramo que cada criança irá oferecer à sua mãe - o ramo de espiga.
O significado simbólico, profano e religioso remonta a crenças religiosas e profanas, tradições agricolas e populares. rosário forjaz . junho 2016. Momento 1 25 x 87 cm tempera e lacre sobre papel fabriano 300 gr. tempera et cire à cacheter sur papier fabriano 300gr.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A participação na oficina "Mãos na Massa" realizada na Biblioteca Municipal Abade Correia da Serra, no sábado do dia 6 de agosto de 2016
, é um ponto alto na minha visita e estadia em Serpa. Enquanto artista e professora de artes, do ensino formal e não formal em instituições públicas e privadas tais como, o Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves e o Museu Nacional Soares dos Reis no Porto, entre outros projectos artísticos e pedagógicos, permite-me à data observar a importância da oficina, "Mãos na Massa", orientada pela arquitecta Paula Estorninho. Merece, quanto a mim, destaque pelo salutar envolvimento do público infantil, juvenil e adulto no âmbito da cultura contemporânea.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Convite Exposição - Dos Modos Nascem Coisas - ARTE E OFÍCIOS CONTEMPORÂNEOS

Artistas participantes na exposição António Barros . Henrique do Vale. Marita Seta Ferro . Cristina Camargo . Ícaro , Nuno Nascimento . Paula Neves . Estela Melo . Paulo Tanoeiro . Fátima Gavinho . Guida Fonseca . Margarida Carreira . Rosário Forjaz . Filomena Campos . Maria Beatitude . Rui Anahory . Rui Azul . Mário Silva . Steffi Köehn . Manuela Matos Monteiro . João Lafuente . Vânia kosta . Rute Gonzalez . Sandra Moreira INAUGURAÇÃO 10 SETEMBRO 17H Cineteatro Alba . Dos Modos Nascem Coisas . Alameda 5 de Outubro, Albergaria-a-Velha

quinta-feira, 31 de março de 2016

Na comemoração do décimo quinto aniversário de O Chão das Artes - Jardim Botânico, encontra-se patente, até 24 de julho, a exposição “Dragoeiros”. na Capela da Casa da Cerca/Centro de arte Contemporânea de Almada. Num ano em que o tema central da Casa da Cerca é a Inspiração, destacam-se no âmbito deste programa de exposições artistas cujas obras foram criadas com inspiração neste Jardim. A exposição Dragoeiros junta, assim, de novo os 5 artistas plásticos e 5 ilustradores científicos que em 2011 foram desafiados a criar uma obra com inspiração no jovem dragoeiro plantado na mata nesse ano.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Páginas impares.
A ouro mãos de luz. A voz. Poesia a contraluz. Aconchegados ouviamos. Conversávamos no entardecer do lugar. A página impar é a que o leitor vai ler. A glicínia a minham floresce duas vezes. Dízia. Esta semana reví o documentário , “Um lugar onde pousar a cabeça”, antes gravado na caixa da zon. antes visto pela metade agora depois de conhecer o grande homem e poeta, o Manuel António Pina, depois de no dia 30 de junho no gato vadio partilhar a experiência enternecedora e aconchegante de o conhecer de perto, conversar com o o Pina...fiquei emocionada ao afirmar alí naquele pequeno recanto informal entre amigos, que tinha gosto em me ter conhecido...eu? a mim... ver de novo o documentário ontem foi diferente. Fiz pause. Para a frente e para trás ouvindo-o, ouvindo a sua voz, palavras, lidas pelo jornalista Alberto Serra, não resisto a transcrever umas poucas: Provavelmente está tudo dito.mesmo o sentimento da ociosidade e da inutilidade das palavras. é uma sensação infinitamente cansada. e no entanto temos que dizer tudo de novo todos os dias.de juntar os pedaços dispersos do mundo e com eles descobrir para nós um lugar do nosso tamanho ou ao menos uma forma de sentido para aquilo a que chamamos a nossa vida e para isso tudo o que temos são palavras. Obrigada ao Pina! Obrigada ao realizador do documentário, ao Alberto Serra! Hoje no dia do seu falecimento no Porto voltarei a ver ao ecrã da televisão, o Pina que nos dizia. Para que serve a poesia? A poesia serve para emocionar! Comovere ...duocere...deleitar... Rosário Forjaz, 19 de Outubro, 2012

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Campo do geres.feriado.sol.parque da Cerveira.transeuntes que passam de mochila as costas.transeuntes que trazem os problemas os stresses em conversas moveis.transeuntes que caminham por carreiros acidentados.em estrada. Transeuntes que não aceitam mal o dia de descanso para uns. Que levantam a voz sem pensar que há outros que há silencio que há vozes interiores a deixar estar.transeuntes que poluem os espaços Comuns. Transeuntes que estragam o que é de todos.Voltem para acuidade. Vão embora.deixem esta paz ainda possível existir! A Mota serra com o seu ruído já terminou.mas a voz daquele cota que fala com a sua companheira alto como se fosse o dono do mundo, esta preocupado com o GATo. com o gato. O gatinho que esta na sua casa. Os gatos como dizem tem a sua independência.deixa.lhes a comida e os bichos decidemcomer o que é de 6ª de sábado de domingo...que terá Acontecido ao gato? Não sabia que os gatos comunicavam por mail... O tom de voz baixou. Será Que o olhar acutilaste que lancei os assustou...não sabia que tinha esse poder.vamos ver quanto dura. No extremo desta bela paisagem sobre o parque numa esplanada com toldo em laminas brancas que bem que se está. Bem gostaria de aqui colocar uma fotografia mas não sei ainda manipular esta nova ferramenta...deixo a memória a minha e a imaginação melhor que tudo....talvez. Para os interessados na história do gato e da sua doença coitadinhos dos donos ele será tratado ao feriado em Braga...afinal o gatinho terá vindo de passeio ao Gerês e agora irá fazer uma ecografia em Braga... É desta que se vão embora que me deizxam neste sossego...relativo?

sábado, 28 de julho de 2012

o meu pai

mesmo não junto a si mesmo quando uma palavra não dita mesmo quando ausente sei entender o pouco que diz sinto perceber o muito que não diz temo no seu vacilar estar temo por mim hoje rejubilo na escrita alinhada ontem em silencio chorei na sua voz alterada no seu medo mudo quero acreditar que hoje é o principio da temperança com preserverança quero acreditar que hoje que a partir de hoje em cada quadrado a branco escreva e aponte cada letra cada vocábulo cada pensamento que exprime que dá força ao caminhar no cruzar da sua verticalidade a horizontalidade dos dias na frontalidade da sua virtude vou em cada quadrado a branco encontrar os limites a sua bondade a sua assinatura 25 julho 12,Rosário Forjaz

terça-feira, 19 de junho de 2012

Foi para ti que desfolhei a chuva para ti soltei o perfume da terra toquei no nada e para ti foi tudo Para ti criei todas as palavras e todas me faltaram no minuto em que talhei o sabor do sempre Para ti dei voz às minhas mãos abri os gomos do tempo assaltei o mundo e pensei que tudo estava em nós nesse doce engano de tudo sermos donos sem nada termos simplesmente porque era de noite e não dormíamos eu descia em teu peito para me procurar e antes que a escuridão nos cingisse a cintura ficávamos nos olhos vivendo de um só amando de uma só vida Mia Couto

segunda-feira, 21 de maio de 2012

No dia 13 de Maio de 2012 21:23 hoje dei uma volta grande por esta ilha deliciosa. fui apanhada pela chuva, pelas neblinas na escalada da lagoa do fogo....são tantas as imagens e as vivências nestes dias que nem parece verdade que regresso amanhã. Rosário Forjaz