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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
The Big Draw 2011. "Tapeandtrees" by artist Franklin Evans at Wave Hill. May 14, 2011. Photo by Joshua Bright. Courtesy of Wave Hill.

The Big Draw 2011
Saturday, October 15, 2011
The Big Draw is an annual celebration of drawing inspired by the wildly popular United Kingdom program of the same name. Now in its 6th year in New York, The Big Draw is expanding from a one-day celebration to a series of day-long drawing events that will take place throughout the coming year. Let your creativity flow—all ages welcome, no experience necessary!
VIDEO ROOM Susan Gilles "Pulling Out the Words"
Pulling Out the Words, 2011. 2' 48". HD video output on NTSC DVD
GALERIA VALLE ORTI www.valleorti.com
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Botánica. After Humboldt', en la Real Academia de Bellas Artes

Na Academia de Bellas Artes de San Fernando de Madrid está patente de 17 de junho a 16 de Setembro uma exposição de desenho e fotografia contemporânea. Os artistas Manel Armengol,
Alberto Baraya
, Joan Fontcuberta,
Juan Carlos Martínez,
Rafael Navarro
y Juan Urrios apresentam obras onde a a confluencia entre a arte e a botânica se apresentam segundo três perspectivas diferentes: a realidade, o artificial e a ficção.No site é possivel visualizar um video com a apresentação de Rosa Olivares.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
ARTE em SEGREDO
Vai ser inaugurada esta quarta-feira, dia 8 de Junho, pelas 18h00, na Galeria dos Leões (Reitoria da Universidade do Porto, Praça Gomes Teixeira) mais uma edição da exposição "Arte em Segredo", organizada pela Faculdade de Belas Artes da U.Porto (FBAUP)
Mais do que que uma exposição de arte, "Arte em Segredo" é uma "festa" que vai reunir mais de uma centena de obras criadas especialmente para o efeito por figuras de renome da arte nacional e internacional. A originalidade do evento é que, tal como indica o seu título, os nomes dos autores de cada obra estarão escondidos do público e em segredo ficarão até à altura da aquisição - por um preço simbólico de 60 euros - de cada uma das peças.
Álvaro Siza, António Quadros Ferreira, Dario Alves, Francisco Laranjo, Joana Rêgo, Pedro Tudela, Rui Anahory e Zulmiro de Carvalho são então alguns dos artistas que contribuem para uma iniciativa que celebra ao mesmo tempo a qualidade do ensino artístico na cidade do Porto. Todo o lucro obtido a partir da venda das obras revertará para a FBAUP
Na cerimónia de inauguração desta singular exposição estarão presentes o Reitor da Universidade do Porto, José Marques dos Santos, o director da FBAUP e comissário da mostra, Francisco Laranjo, e vários dos autores das peças que integram a "Arte em Segredo". Após a inauguração, a exposição pode ser visitada até dia 22 de Junho, de segunda a sexta-feira, das 10 às 19 horas.
A entrada é livre.
CONVITE
Mais do que que uma exposição de arte, "Arte em Segredo" é uma "festa" que vai reunir mais de uma centena de obras criadas especialmente para o efeito por figuras de renome da arte nacional e internacional. A originalidade do evento é que, tal como indica o seu título, os nomes dos autores de cada obra estarão escondidos do público e em segredo ficarão até à altura da aquisição - por um preço simbólico de 60 euros - de cada uma das peças.
Álvaro Siza, António Quadros Ferreira, Dario Alves, Francisco Laranjo, Joana Rêgo, Pedro Tudela, Rui Anahory e Zulmiro de Carvalho são então alguns dos artistas que contribuem para uma iniciativa que celebra ao mesmo tempo a qualidade do ensino artístico na cidade do Porto. Todo o lucro obtido a partir da venda das obras revertará para a FBAUP
Na cerimónia de inauguração desta singular exposição estarão presentes o Reitor da Universidade do Porto, José Marques dos Santos, o director da FBAUP e comissário da mostra, Francisco Laranjo, e vários dos autores das peças que integram a "Arte em Segredo". Após a inauguração, a exposição pode ser visitada até dia 22 de Junho, de segunda a sexta-feira, das 10 às 19 horas.
A entrada é livre.
CONVITE
segunda-feira, 23 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
A volta do parafuso: Ângelo de Sousa
A volta do parafuso: Ângelo de Sousa: "Eram famosos, entre amigos e colegas, os desenhos que Ângelo de Sousa fazia durante os conselhos pedagógicos e científicos a que tinha de as..."
terça-feira, 29 de março de 2011
MAGNÓLIA
O corpo de desenhos que se apresenta é entendido como o lugar de confluência de um olhar sobre uma espécie botânica viva e mutável: a Magnólia. O desenho procura desmontar a ordem. Potenciar as estruturas de metamorfose intrínsecas à sua morfologia.
Nos invernos do Porto, a magnólia branca é a árvore que primeiro dá flor. E é sob o deslumbramento da pulverização e florescência que reside a dinâmica do corpo que procura a luz. A observação do natural questiona. Obsessivamente re inventa, re pensa, regista o pensamento interior.
A série Magnólia é constituida por nove dipticos. A sistematização do tema segundo processos de serialidade confere um caracter normativo com analogias a um arquivo, a um herbário. Procura-se explorar correspondências sígnicas através de dinâmicas de transição, coerência e implicação.
Nos invernos do Porto, a magnólia branca é a árvore que primeiro dá flor. E é sob o deslumbramento da pulverização e florescência que reside a dinâmica do corpo que procura a luz. A observação do natural questiona. Obsessivamente re inventa, re pensa, regista o pensamento interior.
A série Magnólia é constituida por nove dipticos. A sistematização do tema segundo processos de serialidade confere um caracter normativo com analogias a um arquivo, a um herbário. Procura-se explorar correspondências sígnicas através de dinâmicas de transição, coerência e implicação.
A identificação e a acentuação de certas características da espécie botânica nas suas fases de mutação, é associada a acções gráficas de ordem semântica e processual. A alteração rítmica de um traço denso intensifica um gesto tenso tanto quanto a fluidez aquosa de um instante que se dissipa. Cada gesto procura cruzar a acção gráfica com a improvisação espacial e simbólica que a sustenta. O corpo físico é entendido como médium no manuseio do pincel chinês, da pena gráfica, das aguadas de pigmento e cor.
Cada desenho indexa um processo alla prima. Vive de gestos antecipados, gestos de ar e com movimentos furtivos [...] Desenhar é saberse solo, ou seja, preparado para afrontar o desconhecido e saber multiplicar-se, ou seja mover-se e metamorfosear-se .
A série Magnólia é referência acima de tudo ao que fica por dizer, ao que na suspensão do olhar se completa pelo inefável nos caminhos da percepção sensível. É aí que reside a poética do desenho.
Cada desenho indexa um processo alla prima. Vive de gestos antecipados, gestos de ar e com movimentos furtivos [...] Desenhar é saberse solo, ou seja, preparado para afrontar o desconhecido e saber multiplicar-se, ou seja mover-se e metamorfosear-se .
A série Magnólia é referência acima de tudo ao que fica por dizer, ao que na suspensão do olhar se completa pelo inefável nos caminhos da percepção sensível. É aí que reside a poética do desenho.
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