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terça-feira, 27 de junho de 2017
sábado, 11 de fevereiro de 2017
herbarium
https://www.facebook.com/rosario.forjaz/videos/vb.1666253412/10202597992985468/?type=2&theater
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Desenhos recentes . LAST work . em exposição na Galeria Porto Oriental.
"tempo suspenso", Momento I, 30 x 30 x 12 cm.
- tempera, madeira, folha de ouro, contraplacado lacado; Rosário Forjaz 2016.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
no dia da hora
Há uma hora num dia de primavera, em que a quietude assiste à natureza ... no dia da hora,
as águas dos ribeiros cessam o seu movimento,
as espigas, cruzam sobre si, as verdes hastes
… por volta do meio dia, a papoila, roburiza o seu brilho em diáfana luz.
É o dia da Espiga. Em Portugal, nas regiões das Beiras e do Ribatejo,
é nessa hora que se colhem as flores do campo, os raminhos de oliveira
e as espigas de vários cereais para o ramo que cada criança irá oferecer à sua mãe
- o ramo de espiga.
O significado simbólico, profano e religioso remonta a crenças religiosas e profanas, tradições agricolas e populares.
rosário forjaz . junho 2016.
Momento 1
25 x 87 cm
tempera e lacre sobre papel fabriano 300 gr.
tempera et cire à cacheter sur papier fabriano 300gr.
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
A participação na oficina "Mãos na Massa" realizada na Biblioteca Municipal Abade Correia da Serra, no sábado do dia 6 de agosto de 2016, é um ponto alto na minha visita e estadia em Serpa.
Enquanto artista e professora de artes, do ensino formal e não formal em instituições públicas e privadas tais como, o Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves e o Museu Nacional Soares dos Reis no Porto, entre outros projectos artísticos e pedagógicos, permite-me à data observar a importância da oficina, "Mãos na Massa", orientada pela arquitecta Paula Estorninho. Merece, quanto a mim, destaque pelo salutar envolvimento do público infantil, juvenil e adulto no âmbito da cultura contemporânea.
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Convite Exposição - Dos Modos Nascem Coisas - ARTE E OFÍCIOS CONTEMPORÂNEOS
Artistas participantes na exposição
António Barros . Henrique do Vale. Marita Seta Ferro . Cristina Camargo . Ícaro , Nuno Nascimento . Paula Neves . Estela Melo . Paulo Tanoeiro .
Fátima Gavinho . Guida Fonseca . Margarida Carreira . Rosário Forjaz . Filomena Campos . Maria Beatitude . Rui Anahory . Rui Azul . Mário Silva . Steffi Köehn . Manuela Matos Monteiro . João Lafuente . Vânia kosta . Rute Gonzalez . Sandra Moreira
INAUGURAÇÃO 10 SETEMBRO 17H
Cineteatro Alba . Dos Modos Nascem Coisas . Alameda 5 de Outubro, Albergaria-a-Velha
quinta-feira, 31 de março de 2016
Na comemoração do décimo quinto aniversário de O Chão das Artes - Jardim Botânico, encontra-se patente, até 24 de julho, a exposição “Dragoeiros”.
na Capela da Casa da Cerca/Centro de arte Contemporânea de Almada.
Num ano em que o tema central da Casa da Cerca é a Inspiração, destacam-se no âmbito deste programa de exposições artistas cujas obras foram criadas com inspiração neste Jardim.
A exposição Dragoeiros junta, assim, de novo os 5 artistas plásticos e 5 ilustradores científicos que em 2011 foram desafiados a criar uma obra com inspiração no jovem dragoeiro plantado na mata nesse ano.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
quarta-feira, 23 de abril de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Páginas impares.
A ouro mãos de luz.
A voz. Poesia a contraluz.
Aconchegados ouviamos. Conversávamos no entardecer do lugar.
A página impar é a que o leitor vai ler.
A glicínia a minham floresce duas vezes.
Dízia.
Esta semana reví o documentário , “Um lugar onde pousar a cabeça”, antes gravado na caixa da zon. antes visto pela metade agora depois de conhecer o grande homem e poeta, o Manuel António Pina, depois de no dia 30 de junho no gato vadio partilhar a experiência enternecedora e aconchegante de o conhecer de perto, conversar com o o Pina...fiquei emocionada ao afirmar alí naquele pequeno recanto informal entre amigos, que tinha gosto em me ter conhecido...eu? a mim... ver de novo o documentário ontem foi diferente. Fiz pause. Para a frente e para trás ouvindo-o, ouvindo a sua voz, palavras, lidas pelo jornalista Alberto Serra, não resisto a transcrever umas poucas:
Provavelmente está tudo dito.mesmo o sentimento da ociosidade e da inutilidade das palavras. é uma sensação infinitamente cansada. e no entanto temos que dizer tudo de novo todos os dias.de juntar os pedaços dispersos do mundo e com eles descobrir para nós um lugar do nosso tamanho ou ao menos uma forma de sentido para aquilo a que chamamos a nossa vida e para isso tudo o que temos são palavras.
Obrigada ao Pina! Obrigada ao realizador do documentário, ao Alberto Serra! Hoje no dia do seu falecimento no Porto voltarei a ver ao ecrã da televisão, o Pina que nos dizia. Para que serve a poesia? A poesia serve para emocionar! Comovere ...duocere...deleitar...
Rosário Forjaz, 19 de Outubro, 2012
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