sábado, 11 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

no dia da hora

Há uma hora num dia de primavera, em que a quietude assiste à natureza ... no dia da hora, as águas dos ribeiros cessam o seu movimento, as espigas, cruzam sobre si, as verdes hastes … por volta do meio dia, a papoila, roburiza o seu brilho em diáfana luz. É o dia da Espiga. Em Portugal, nas regiões das Beiras e do Ribatejo, é nessa hora que se colhem as flores do campo, os raminhos de oliveira e as espigas de vários cereais para o ramo que cada criança irá oferecer à sua mãe - o ramo de espiga.
O significado simbólico, profano e religioso remonta a crenças religiosas e profanas, tradições agricolas e populares. rosário forjaz . junho 2016. Momento 1 25 x 87 cm tempera e lacre sobre papel fabriano 300 gr. tempera et cire à cacheter sur papier fabriano 300gr.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

A participação na oficina "Mãos na Massa" realizada na Biblioteca Municipal Abade Correia da Serra, no sábado do dia 6 de agosto de 2016
, é um ponto alto na minha visita e estadia em Serpa. Enquanto artista e professora de artes, do ensino formal e não formal em instituições públicas e privadas tais como, o Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves e o Museu Nacional Soares dos Reis no Porto, entre outros projectos artísticos e pedagógicos, permite-me à data observar a importância da oficina, "Mãos na Massa", orientada pela arquitecta Paula Estorninho. Merece, quanto a mim, destaque pelo salutar envolvimento do público infantil, juvenil e adulto no âmbito da cultura contemporânea.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Convite Exposição - Dos Modos Nascem Coisas - ARTE E OFÍCIOS CONTEMPORÂNEOS

Artistas participantes na exposição António Barros . Henrique do Vale. Marita Seta Ferro . Cristina Camargo . Ícaro , Nuno Nascimento . Paula Neves . Estela Melo . Paulo Tanoeiro . Fátima Gavinho . Guida Fonseca . Margarida Carreira . Rosário Forjaz . Filomena Campos . Maria Beatitude . Rui Anahory . Rui Azul . Mário Silva . Steffi Köehn . Manuela Matos Monteiro . João Lafuente . Vânia kosta . Rute Gonzalez . Sandra Moreira INAUGURAÇÃO 10 SETEMBRO 17H Cineteatro Alba . Dos Modos Nascem Coisas . Alameda 5 de Outubro, Albergaria-a-Velha

quinta-feira, 31 de março de 2016

Na comemoração do décimo quinto aniversário de O Chão das Artes - Jardim Botânico, encontra-se patente, até 24 de julho, a exposição “Dragoeiros”. na Capela da Casa da Cerca/Centro de arte Contemporânea de Almada. Num ano em que o tema central da Casa da Cerca é a Inspiração, destacam-se no âmbito deste programa de exposições artistas cujas obras foram criadas com inspiração neste Jardim. A exposição Dragoeiros junta, assim, de novo os 5 artistas plásticos e 5 ilustradores científicos que em 2011 foram desafiados a criar uma obra com inspiração no jovem dragoeiro plantado na mata nesse ano.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Páginas impares.
A ouro mãos de luz. A voz. Poesia a contraluz. Aconchegados ouviamos. Conversávamos no entardecer do lugar. A página impar é a que o leitor vai ler. A glicínia a minham floresce duas vezes. Dízia. Esta semana reví o documentário , “Um lugar onde pousar a cabeça”, antes gravado na caixa da zon. antes visto pela metade agora depois de conhecer o grande homem e poeta, o Manuel António Pina, depois de no dia 30 de junho no gato vadio partilhar a experiência enternecedora e aconchegante de o conhecer de perto, conversar com o o Pina...fiquei emocionada ao afirmar alí naquele pequeno recanto informal entre amigos, que tinha gosto em me ter conhecido...eu? a mim... ver de novo o documentário ontem foi diferente. Fiz pause. Para a frente e para trás ouvindo-o, ouvindo a sua voz, palavras, lidas pelo jornalista Alberto Serra, não resisto a transcrever umas poucas: Provavelmente está tudo dito.mesmo o sentimento da ociosidade e da inutilidade das palavras. é uma sensação infinitamente cansada. e no entanto temos que dizer tudo de novo todos os dias.de juntar os pedaços dispersos do mundo e com eles descobrir para nós um lugar do nosso tamanho ou ao menos uma forma de sentido para aquilo a que chamamos a nossa vida e para isso tudo o que temos são palavras. Obrigada ao Pina! Obrigada ao realizador do documentário, ao Alberto Serra! Hoje no dia do seu falecimento no Porto voltarei a ver ao ecrã da televisão, o Pina que nos dizia. Para que serve a poesia? A poesia serve para emocionar! Comovere ...duocere...deleitar... Rosário Forjaz, 19 de Outubro, 2012