sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Cadáver exquis 1 h(e)art Materiais: espelho, suporte de latão, borracha envolvida em fio de cordel mesclado em tons de verde e raiz de planta retirada da terra com o torrão envolvida no fio de cordel  o observador terá a possibilidade de se fotografar na peça criando uma selfie Cadáver exquis 2 equilibrium Materiais: campanula de vidro contendo favos de um cortiço do alentejo envolvido em pigmentos naturais de cor vermelha. Há uma pequena fissura na zona de encaixe e fecho da geode de vidro transparente por onde vai passando o pó. Esta matérias deposita-se no espelho, perpetuando a imagem do interior para o exterior. o observador terá a possibilidade de se fotografar na peça criando uma selfie Cadáver exquis 3. zum zum Materiais: campanula de vidro contendo favos de um cortiço do alentejo envolvido em cera de abelha e fragmentos de vidro transparente vermelho de uma bola decorativa de Natal . Caixa Suporte de vidro transparente fechada com cola líquida. Escorrencias de cola no

Herbarium topnine

Limos em matéria orgânica recolhidos no límite do litoral portugues na orla marítima, na maré baixa no verão passado na praia de vila real de santo antório 10 quadros com moldura a branco esbatido sobre madeira de pinho natural Colagem/ tessitura/ rasgado de fibras orgânicas vegetais em papel (papel de arroz, papel de chá usado amarelecido , fabriano, etc) com passe partout industrial de uso em fotografias de familia.

vigia vigília

vigia vigília sussurro íntimo vacilar de uma lamparina
Rosário Forjaz Cabrito, Pico, 22 março 2017 Materiais: bobine papel pardo (recuperada do desperdício do corte) , madeira, espelho, inkjet, parafusos de aluminio.

FINISSAGE concert&talk

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Caminhando à flor da pele - MOMENTS

FORJAZ VARIATIONS 

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terça-feira, 2 de julho de 2019

Body to Body

Corpo a corpo . Body to body . Fotografia de Verena Niepoort, Registo fotográfico num momento em que incorporando as orientações da Marta Wengroviuos na sua oficina, " um, dois e muitos" que decorreu no passado domingo nos jardins do Palácio de Cristal, repeti gestos de ações performativas realizadas. Recordo a participação no Made of walking em França em 2017 e mais espaçado no tempo numa apresentação pública na Faculdade de Belas Artes do Porto em contexto do Mestrado.Há todo um processo pessoal interior que se exterioriza de acordo com os estímulos e as orientações. A artista Marta Wengroviuos, levou-nos neste momento a vestir o céu e a terra e com eles agirmos com o solo, com o deitar, o caminhar, etc. Num primeiro momento optei por me deitar na relva de olhos postos no imenso céu azul limpo. Mas a ligação à terra e às árvores é uma constante na minha relação comigo, com o território com uma certa vida orgânica . Assim, por contraponto procurei no recolhimento de uma árvore de sombra, de aspersa é rica em liquens a estabilidade e a ligação. No movimento de abraçar e enrolar, de contornar e vestir o tronco terra com o céu procurei expressar a intensidade do desenho de uma ação implícita no corpo performativo.. Esta imagem transporta-me também, para uma obra de um artista que me influencia sobremaneira - Penone - e que aqui na acutilancia de um olhar fotógráfico captou bem o âmago dessa relação corpo a corpo que tanto se acentua no meu processo e trabalho enquanto artista Foi uma excelente experiência na escola nômad. Permitiu-me este retrocesso conceptual a um processo artístico que está bem vincado em mim e no que faço é vivo. O facto do exercício ter uma duração longa permitiu esse afastamento das orientações da Marta para o entrosamento de características que afinal nos podem relacionar e com as quais todos temos a aprender. Aprender com e através dos outros. Um, dois e muitos, como manifesta a artista. Fotografia de Verena Niepoort, Registo fotográfico num momento em que incorporando as orientações da Marta Wengroviuos na sua oficina, " um, dois e muitos" que decorreu no passado domingo nos jardins do Palácio de Cristal, repeti gestos de ações performativas realizadas. Recordo a participação no Made of walking em França em 2017 e mais espaçado no tempo numa apresentação pública na Faculdade de Belas Artes do Porto em contexto do Mestrado.Há todo um processo pessoal interior que se exterioriza de acordo com os estímulos e as orientações. A artista Marta Wengroviuos, levou-nos neste momento a vestir o céu e a terra e com eles agirmos com o solo, com o deitar, o caminhar, etc. Num primeiro momento optei por me deitar na relva de olhos postos no imenso céu azul limpo. Mas a ligação à terra e às árvores é uma constante na minha relação comigo, com o território com uma certa vida orgânica . Assim, por contraponto procurei no recolhimento de uma árvore de sombra, de aspersa é rica em liquens a estabilidade e a ligação. No movimento de abraçar e enrolar, de contornar e vestir o tronco terra com o céu procurei expressar a intensidade do desenho de uma ação implícita no corpo performativo.. Esta imagem transporta-me também, para uma obra de um artista que me influencia sobremaneira - Penone - e que aqui na acutilancia de um olhar fotógráfico captou bem o âmago dessa relação corpo a corpo que tanto se acentua no meu processo e trabalho enquanto artista Foi uma excelente experiência na escola nômad. Permitiu-me este retrocesso conceptual a um processo artístico que está bem vincado em mim e no que faço é vivo. O facto do exercício ter uma duração longa permitiu esse afastamento das orientações da Marta para o entrosamento de características que afinal nos podem relacionar e com as quais todos temos a aprender. Aprender com e através dos outros. Um, dois e muitos, como manifesta a artista. 

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Trees of knowledge

Flemish painters on genealogy heritage. Trees of knowledge not only physical but also mental. Family names brings ways of questioning history, family stories and goals of life. In a time where we discuss territories of belonging or not, I think we can’t forget the movements of people around world since ever and ever. The role of women has an unquestionable importance up paths of actions and political changes. Thanks Stefaan van Biesen for this gift. A photograph so great and beautifully to open minds for the color life we share. 

Rosário Forjaz, Porto, 20:06:2019

domingo, 26 de maio de 2019

Processes of courage

memories came and go. as ways of drawing and processing concepts and técnics . Fragments, details of work have the power to push up to not forget how important is the courage to continue and goes on with experimentation of materiaility of things. Graphit was a material i discover as acquarel in 2009. I searched that time for a grey like pencils but without the traces without lines and marks. As i always do i search. I search without knowing what i search. I spend time and money searching and with experimentations. I lost a lot. I fail again and again. But i do not give up. And it was like that. With my persistense i discoverd acquarelle with graphite powerd. And with this process that i used in my drawing master studio i did a memorable performance. The teacher did an áudio captation. A memory of me, my body my new technic and that place, the clauster with that particular tree. It was 2009. Years after, May be 2012 a tradicional portuguese factory Viarco created something similar and by that time i started seeing at Madrid at Arco similar drawing as i did. 

RosarioForjaz26may2019

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Bom Fim TALKS 2019 performative walks

https://youtu.be/fU_DhluaEXA 

 A Bon Fim conversation between Rosário Forjaz and Stefaan van Biesen about the art project 'Meander' and 'the Library of Walks' in the Escola Artistica de Soares dos Reis in Porto 2019 by Stefaan van Biesen & Annemie Mestdagh. Also a conversation about the performances during Made of Walking (III) in La Romieu France August 2017, an international meeting of artists who work on the theme of 'walking'. Camera: Annemie Mestdagh / the Milena principle 2019. www.themilena.com 

See also https://www.facebook.com/groups/1154465271292962/ Pré-visualizar vídeo do YouTube Bon Fim Talk by Rosário Forjaz & Stefaan van Biesen 2019.